No âmbito do Projecto Curricular Integrado, implementado no Agrupamento de Escolas do Vale de São Torcato, realizaram-se nos dias 16 e 17 de Junho as Jornadas Culturais, na sede do Agrupamento.
A nossa escola teve durante esses dias uma exposição denominada “A Escola do Mosteiro no Passado, no Presente e no Futuro…”
Para quem não teve oportunidade de visitar a exposição aqui fica uma pequena amostra do que poderiam ter visto:
quarta-feira, 29 de junho de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
VISITA DE ESTUDO AO CENTRO DE CIÊNCIA VIVA
Passamos, com alguma dificuldade, por um vaso sanguíneo obstruído devido a uma má alimentação.
segunda-feira, 21 de março de 2011
A LENDA DO RIO AVE
Era uma vez, há muito, muito tempo, uma Serra chamada Agra. Era uma Serra mágica pois a Primavera chegava sempre mais cedo às suas encostas. A sua beleza era imensa. Tinha flores de todas as cores e um perfume especial.

Um dia, o vento quente e perfumado chegou até à Galiza e atraiu uma linda pastora e o seu rebanho até à serra.

Também um cavaleiro, vindo de uma terra à beira mar, foi atraído pelo mesmo perfume até àquelas paragens. O cavaleiro ao ver a beleza da cabreira foi ao seu enconto e logo se apaixonaram. A paixão era tão grande que ambos se esqueceram dos seus deveres.

Um dia, o cavaleiro atou um anel de ouro à pata do seu falcão e mandou-o para o seu reino. Passados alguns dias, o falcão regressou com outro anel pendurado na pata. Ao vê-lo, o cavaleiro ficou muito transtornado e aflito, disse à sua amada que era um conde e que tinha de partir para proteger a sua vila de homens terríveis que atacavam as suas terras. Também lhe disse para estar à sua espera pois viría buscá-la logo que a batalha terminasse.

A pastora esperou, esperou e esperou até que chegou o Verão e as pastagens secaram. Sem se dar conta o Outono chegou. As árvores mudaram as cores das suas folhas. Vestiram-se de amarelo, laranja, castanho, vermelho, para tentar animar a pastora, mas isso não adiantou.

E assim, com o coração cheio de tristeza, também o Outono passou e chegou o Inverno. A pastora não aguentou mais aquela espera. Foi até ao ponto mais alto daquela serra e lamentou não ser uma ave para poder voar e assim encontrar o seu amor. As lágrimas começaram a escorrer-lhe pelo rosto triste sem parar. Chorou tanto, tanto, tanto que as suas lágrimas formaram um rio e a montanha abriu-se para que as suas águas passassem até desaguarem numa terra chamada Vila do Conde.
A serra passou a chamar-se Serra da Cabreira para que ninguém se esquecesse da cabreira que lá esperou pelo seu amor e o rio passou a chamar-se Ave porque a pastora desejou ser uma ave.

Alunos do 4.º ano ST5

Um dia, o vento quente e perfumado chegou até à Galiza e atraiu uma linda pastora e o seu rebanho até à serra.

Também um cavaleiro, vindo de uma terra à beira mar, foi atraído pelo mesmo perfume até àquelas paragens. O cavaleiro ao ver a beleza da cabreira foi ao seu enconto e logo se apaixonaram. A paixão era tão grande que ambos se esqueceram dos seus deveres.

Um dia, o cavaleiro atou um anel de ouro à pata do seu falcão e mandou-o para o seu reino. Passados alguns dias, o falcão regressou com outro anel pendurado na pata. Ao vê-lo, o cavaleiro ficou muito transtornado e aflito, disse à sua amada que era um conde e que tinha de partir para proteger a sua vila de homens terríveis que atacavam as suas terras. Também lhe disse para estar à sua espera pois viría buscá-la logo que a batalha terminasse.

A pastora esperou, esperou e esperou até que chegou o Verão e as pastagens secaram. Sem se dar conta o Outono chegou. As árvores mudaram as cores das suas folhas. Vestiram-se de amarelo, laranja, castanho, vermelho, para tentar animar a pastora, mas isso não adiantou.

E assim, com o coração cheio de tristeza, também o Outono passou e chegou o Inverno. A pastora não aguentou mais aquela espera. Foi até ao ponto mais alto daquela serra e lamentou não ser uma ave para poder voar e assim encontrar o seu amor. As lágrimas começaram a escorrer-lhe pelo rosto triste sem parar. Chorou tanto, tanto, tanto que as suas lágrimas formaram um rio e a montanha abriu-se para que as suas águas passassem até desaguarem numa terra chamada Vila do Conde.
A serra passou a chamar-se Serra da Cabreira para que ninguém se esquecesse da cabreira que lá esperou pelo seu amor e o rio passou a chamar-se Ave porque a pastora desejou ser uma ave.

Alunos do 4.º ano ST5
quinta-feira, 10 de março de 2011
Mais uma lenda...
LENDA DE SANTA CATARINA DA PENHA
Havia uma menina chamada Catarina que todos os dias levava o seu rebanho a pastar na Serra da Penha.
Numa certa noite, quando Catarina passeava o seu rebanho avistou, ao longe, o exército de Ataúlfo que vinha atacar a cidade de Guimarães.
Catarina foi à capela e como por milagre a porta estava aberta.
Catarina pegou nas velas que lá havia, partiu-as em bocados e distribuiu-as pelos cornos das ovelhas.
Ataúlfo ao ver tanta quantidade de luz, julgou que era um exército e disse aos seus homens para recuarem porque o exército que defendia Guimarães era enorme.
Assim Catarina salvou a sua cidade e em honra passou a chamar-se Santa Catarina.
4.º ano ST5
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
VISITA DO VITÓRIA À NOSSA ESCOLA
NENO E O VICE-PRESIDENTE JÚLIO MENDES
Reportagens da visita dos jogadores do Vitória à nossa escola no Guimarães Digital:
http://www.guimaraesdigital.com/index.php?a=noticias&id=43400
http://www.guimaraesdigital.com/index.php?a=noticias&id=43396
sábado, 19 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Lendas
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